Um dos pilares estratégicos da Deutsche Telekom e a segunda maior empresa de Sistemas da Europa, a T-Systems, atua em mais de 20 países e é pioneira em oferecer ao mercado não só soluções de TI e Telecomunicações mas, principalmente, a convergência dessas duas áreas.
No Brasil, a T-Systems do Brasil está presente há mais de 20 anos e dispõe de um portfólio abrangente com produtos integrados em escala internacional, oferecendo, além de soluções convergentes de TI e Telecomunicações, serviços de Engenharia. Direcionadas a diversos segmentos; Telecomunicações, Bancos, Seguradoras, Manufatura, Automotivo, Aeroespacial, Setor Público, Utilidades Públicas, Química e Petroquímica; todas essas soluções reúnem amplo know-how mundial e profundo conhecimento dos processos de negócios locais.
Com ajuda da TI, as metodologias de gestão empresarial passaram a ocupar um espaço cada vez maior dentro das corporações. A necessidade cada vez maior por controles administrativos pelas empresas torna uma velha máxima cada dia mais atual "Se você não consegue medir não consegue-se administrar".

É com este pensamento que a T-Systems, que atua na prestação de serviços de TI começou a investir em um projeto de Balanced ScoreCard (BSC), metodologia de gestão empresarial cujo objetivo principal é alinhar a organização à estratégia. O modelo de Balanced Scorecard permite que uma corporação obtenha uma perspectiva mais ampla em suas decisões estratégicas por considerar quatro perspectivas: Financeira, Clientes, Processos e Aprendizado e Crescimento.

O argumento é que, embora sejam importantíssimos, os indicadores financeiros não bastam.

Para demonstrar na prática a eficiência do BSC, a T-Systems optou por uma estratégia diferente: começar em casa.

"O balanced scorecard funciona como um cockpit. A empresa define as metas, visualiza todo o processo e o sistema alerta se elas estão fora do prazo", explica o diretor financeiro Mauricio Cataneo, lembrando que a proposta é atuar de forma pró-ativa para que os responsáveis executem ações que atendam aos objetivos do projeto. Dentro da T-Systems, o Brasil é pioneiro na experiência, antes mesmo da matriz na Alemanha.

A Empresa

A T-Systems é um dos pilares estratégicos da Deutsche Telekom com filiais em mais de 20 países e presença há mais de 20 anos no Brasil, dispõe de um portfólio abrangente de soluções de TI direcionadas a diversos segmentos de mercado.
As soluções estão no âmbito das áreas de Consultoria, Desktop Services, Integração de Sistemas, Computing Services, Network Services, E-Business, Desenvolvimento Customizado de Aplicações e Application Management.

O Projeto

A iniciativa começou no segundo semestre de 2003, quando a T-Systems sentiu a necessidade de reportar seus indicadores de performance e comunicar a nova estratégia para toda a organização de forma transparente e eficaz.

Por tratar-se de um assunto que exige um alto envolvimento de um grande número de pessoas-chave da organização, foi estabelecido que o projeto seria iniciado na Diretoria de Integração de Sistemas, unidade que conta atualmente 5 Gerências e mais de 300 colaboradores espalhados por diversos sites e clientes da empresa.

Apesar de inciar-se na diretoria de Integração de Sistemas, foram envolvidas pessoas de toda a corporação, principalmente das áreas de suporte como recursos humanos, compras e finanças, cuja diretoria estabeleceu-se como "sponsor" do projeto.

O Papel da Way Amadeus

O passo seguinte foi entrar em contato com a consultoria Way-Amadeus, parceira da T-Systems para a implementação do projeto.

"A T-Systems já apresentava uma parceria formalizada com a Way-Amadeus, representante do software QPR aqui no Brasil, fato que facilitou a aquisição da ferramenta. Um outro ponto positivo foi a incorporação de um software para mapeamento de processos presente dentro do mesmo portal e integrada ao BSC que está ajudando bastante a empresa na divulgação e melhoria dos processos referentes ao modelo CMM Nivel 2" , conta Odércio Claro, Gerente de Desenvolvimento de Sistemas da T-Systems.

Um dos fatores que foram determinantes para a homologação do software é o fato de que a solução QPR é homologada pelo BSCollaborative, entidade que certifica ferramentas de TI, propaga e promove a consciência, o uso e a integridade do modelo BSC como um processo que agrega valor às empresas.

Na opinião de João Alexandre A. Fernandes, líder do projeto de implementação na T-Systems, "o projeto permitiu organizar de forma equilibrada indicadores de naturezas distintas, integrando-os com a gestão de projetos da empresa, tornando este um Balanced ScoreCard também voltado para projetos".

O projeto que teve duração de 9 meses, já encontra-se implantado com cerca de 50 indicadores divididos sob as 4 perspectivas do BSC. Durante a implementação, o projeto foi intensificamente monitorado pela área de gerenciamento de projetos da T-Systems (PMO) que coordenou os trabalhos internos e os pontos críticos do projeto.

"O Balanced ScoreCard é um projeto que deve ser monitorado todos os dias, pois é através de melhoria contínua que os objetivos serão alcançados. Além disso, por estar intimamente ligado à estratégia, deve ser feito um monitoramento ininterrupto dos indicadores estratégicos inseridos no modelo e da própria estratégia adotada, já que esta pode ser altamente influenciada por fatores internos e externos", conta Alexandre Kuhln, responsável pela consultoria do projeto.

Após a implementação do BSC, a T-Systems está conseguindo suprir dois dos principais problemas existentes nas empresas. Através do BSC criou-se um portal de colaboração entre os funcionários e disseminou-se a estratégia adotada, fazendo com que todos se esforcem para o alcance desta estratégia, antes desconhecida por todos.

A próxima etapa é ampliar o projeto internamente e oferecer ao mercado a prestação de serviços de implementação de soluções de BSC.

 

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